Já falei da Ju Pessoa por aqui. Uma pessoa (como o nome já bem diz) fofa demais. Encontrei a Ju sem querer porque fui a sorteada para ter um encontro com ela e conversarmos sobre a organização do casamento e de tão fofa e segura passou a ser minh assessora do dia.
Bem ela está fazendo uma super promoção para um encontro para falarmos de casamento.
Como eu estou doidinha para ir, estou aumentando minhas chances contando sobre a promoção por aqui.
Torçam por mim!
Beijos e inté.
http://ohhappyday.com.br/2011/05/feito-com-amor-encontrinho-de-noivas/
"... esta é a última oração, pra salvar seu coração
coração não é tão simples quanto pensa
nele cabe o que não cabe na dispensa
cabe o meu amor
cabem 3 vidas inteiras
cabe uma penteadeira
cabe nós dois..."
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Local Restaurante Os Esquilos
Tempos depois, volto as minhas escritas!
Mês de julho está se aproximando e a contagem regressiva para o meu Grande Dia também.
Por isso comecei a afunilar as tarefas. As decisões precisam ser tomadas, forncedores definidos, contratos fechados e assinados, din din saindo da conta, enfim, muitas coisas!!
Mas... para meu desspero já sofri um grande susto logo no início do caminho.
Para contar esse epsódio da minha vida de noiva precisarei revelar o local do meu casamento.
Bem, vamos pelo começo. Escolhi o Restaurante Os Esquilos, localizado na Floresta da Tjuca para ser o meu lugar, no meu grande dia.
As razões são simples: tenho ótimas recordações de minha infância lá, é um lugar lindo, aconchegante, bucólico, hiper adequado para o estilo de decoração que eu escolhi, tem um espaço verde lindo para a cerimônia e se encaixa no meu orçamento! Quer melhor?! Não há! Eles oferecem pacotes com o buffet ou valor para locação do espaço sem uso do buffet local (o que é bem mais caro).
Bem, para saber informações sobre realização de casamento no local, basta entrar em contato com o restaurante Os Esquilos e pedir o e-mail com todas as informações. Eles retornarão com 4 ou 5 arquivos de observações importantes e primárias para a relização e contratação do restaurante para o casamento. Eu obviamente já os possuo, já li, reli e "trili" os arquivos várias vezes. Isso porque parecia não acreditar que era tudo aquilo mesmo que se encaixava perfeitamente ao meu sonho. Tudo se encaixa perfeitamente ao que eu desejo. Claro que ficaram algumas dúvidas sobre os dados informados, há informações que não estão claras mas logo seriam sanadas (ou não porque acho que noivas dormem e acordam com dúvidas sempre!).
Com o objetivo de começar a fechar os contratos e dar início aos preparativos do casório entrei em contato mais uma vez para marcar uma visita com o proprietário. Naquele dia ele disse que precisaria fazer compras e não poderia me atender, mas que eu poderia ir ao restaurante para uma visita. Então expliquei que era para fazer reserva, já conversar sobre contrato pagamento e esses assuntos burocráticos. Ele então riu e disse que eu ficasse tranquila, que lá não era uma casa de festas, que a agenda de lá é bem tranquila. Nesse papo vem papo vai falamos da data e ele perguntou:
- É um sábado né?!
Eu respondi:
- Não, um domingo.
Ele então replicou:
- Você então não leu direito as observações, não fazemos casamentos no domingo. É um dia tradicional para o restaurante e por isso não podemos fechá-lo para casamentos.
Nesse minuto meu chão caiu.
Eu nem me lembro como continuei a conversa, sei que não durou muito mais e desliguei.
Ainda sem chão não sabia o que fazer. Como estava no meio da sala do trabalho, onde trabalham outras 60 pessoas mais ou menos consegui manter o auto controle e não esperniei nem gritei, como uma boa noiva neorótica (rsrsrsrsrs). A minha amiga e fada madrinha estava em um assunto importante não podia me ouvir, esqueci o celular em casa não podia ligar. O que fazer?! Lembrei da minha querida cerimonialista Ju Pessoa. Escrevi rapidamente tudo o que estava sentindo e todo o ocorrido. Ele rapidamente me respondeu e logo já me deixou mais calma, impressionante como realmente tê-la como conselheira já me ajudou. Então ela (quase) me convenceu que o sábado não será um dia ruim.
Sem muita opção talvez essa seja mesmo a solução para não ter que abrir mão de casar neste lugar tão especial para mim. Acho o sábado um dia mais corrido (e concorrido no que diz respeito a fornecedores), mas se tiver que ser será. Agora, começar assim já com esse balde de água fria, foi um susto e tanto! Um detalhe que pode até ser pequeno diante de tanto que é o casamento, mas mexe muito com a gente.
Mês de julho está se aproximando e a contagem regressiva para o meu Grande Dia também.
Por isso comecei a afunilar as tarefas. As decisões precisam ser tomadas, forncedores definidos, contratos fechados e assinados, din din saindo da conta, enfim, muitas coisas!!
Mas... para meu desspero já sofri um grande susto logo no início do caminho.
Para contar esse epsódio da minha vida de noiva precisarei revelar o local do meu casamento.
Bem, vamos pelo começo. Escolhi o Restaurante Os Esquilos, localizado na Floresta da Tjuca para ser o meu lugar, no meu grande dia.
As razões são simples: tenho ótimas recordações de minha infância lá, é um lugar lindo, aconchegante, bucólico, hiper adequado para o estilo de decoração que eu escolhi, tem um espaço verde lindo para a cerimônia e se encaixa no meu orçamento! Quer melhor?! Não há! Eles oferecem pacotes com o buffet ou valor para locação do espaço sem uso do buffet local (o que é bem mais caro).Bem, para saber informações sobre realização de casamento no local, basta entrar em contato com o restaurante Os Esquilos e pedir o e-mail com todas as informações. Eles retornarão com 4 ou 5 arquivos de observações importantes e primárias para a relização e contratação do restaurante para o casamento. Eu obviamente já os possuo, já li, reli e "trili" os arquivos várias vezes. Isso porque parecia não acreditar que era tudo aquilo mesmo que se encaixava perfeitamente ao meu sonho. Tudo se encaixa perfeitamente ao que eu desejo. Claro que ficaram algumas dúvidas sobre os dados informados, há informações que não estão claras mas logo seriam sanadas (ou não porque acho que noivas dormem e acordam com dúvidas sempre!).
Com o objetivo de começar a fechar os contratos e dar início aos preparativos do casório entrei em contato mais uma vez para marcar uma visita com o proprietário. Naquele dia ele disse que precisaria fazer compras e não poderia me atender, mas que eu poderia ir ao restaurante para uma visita. Então expliquei que era para fazer reserva, já conversar sobre contrato pagamento e esses assuntos burocráticos. Ele então riu e disse que eu ficasse tranquila, que lá não era uma casa de festas, que a agenda de lá é bem tranquila. Nesse papo vem papo vai falamos da data e ele perguntou:
- É um sábado né?!
Eu respondi:
- Não, um domingo.
Ele então replicou:
- Você então não leu direito as observações, não fazemos casamentos no domingo. É um dia tradicional para o restaurante e por isso não podemos fechá-lo para casamentos.
Nesse minuto meu chão caiu.
Eu nem me lembro como continuei a conversa, sei que não durou muito mais e desliguei.
Ainda sem chão não sabia o que fazer. Como estava no meio da sala do trabalho, onde trabalham outras 60 pessoas mais ou menos consegui manter o auto controle e não esperniei nem gritei, como uma boa noiva neorótica (rsrsrsrsrs). A minha amiga e fada madrinha estava em um assunto importante não podia me ouvir, esqueci o celular em casa não podia ligar. O que fazer?! Lembrei da minha querida cerimonialista Ju Pessoa. Escrevi rapidamente tudo o que estava sentindo e todo o ocorrido. Ele rapidamente me respondeu e logo já me deixou mais calma, impressionante como realmente tê-la como conselheira já me ajudou. Então ela (quase) me convenceu que o sábado não será um dia ruim.
Sem muita opção talvez essa seja mesmo a solução para não ter que abrir mão de casar neste lugar tão especial para mim. Acho o sábado um dia mais corrido (e concorrido no que diz respeito a fornecedores), mas se tiver que ser será. Agora, começar assim já com esse balde de água fria, foi um susto e tanto! Um detalhe que pode até ser pequeno diante de tanto que é o casamento, mas mexe muito com a gente.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O meu Casamento Real
Acho que só eu sei como esperei por este dia.
O dia do meu casamento real.
O nosso número é 23 porque este foi o dia em que começamos a namorar no mês de julho de 1994. Sempre sonhamos em casar neste mesmo dia de algum ano. Mas, nosso casamento erá amanhã, dia 29, dia do Casamento Real do príncipe Willian e da plebéia Kate e...
o meu casamento real

O dia do meu casamento real.
O nosso número é 23 porque este foi o dia em que começamos a namorar no mês de julho de 1994. Sempre sonhamos em casar neste mesmo dia de algum ano. Mas, nosso casamento erá amanhã, dia 29, dia do Casamento Real do príncipe Willian e da plebéia Kate e...
o meu casamento real
Claro, que como já disse, nada é por acaso. Mas só hoje, só agora me dei conta que poderei dizer que casei no mesmo dia que o casamento real mais esperado do século! Desde que decidi fazer a escritura de união estável e recebi um presente da minha fada madrinha que os dias foram passando passando e "sem querer" o meu casamento real será no mesmo dia que o esperado casamento real da família real britânica!
Há duas semanas fui ao cartório obter informações. Depois fiquei doente e como o cartório é próximo ao trabalho, de licença, nao consegui retornar ao cartório. Esses dias retomei o processo e ... assinaremos nossa escritura de união estável amanhã,dia 29 de abril de 2011.
Havíamos decidido casar no civil, mesmo que antes da cerimônia ecumênica. Então, já que seria diferente da data da festa, escolhemos o dia 23 de julho de 2011 que será um sábado. Faríamos a cerimônia no cartório, faríamos também um almoço com nossas famílias e só. Fiz até pesquisas e descobri que o Cartório do Catete realiza a cerimônia com a juíza de paz aos sábados, o que se encaixa perfeitamente ao dia em que queremos casar.
O objetivo de realizar a cerimônia no civil é usufruir dos benefícios que um cônjuge tem como dependente na empresa em que trabalho. Mas no fundo no fundo é o meu casamento! O meu casamento real!
Acontece que, por motivos especiais, seria muito importante tirar a escritura de união estável, mas anda não posso liberar o orçamento para esta despesa. Eis, que surge a minha fada madinha, como nos contos de fada, e me oferece um presente que mal sabe ela que não tem preço. Minha fadinha dos olhos verdes me presenteou com a taxa do cartório. Aliás, ela participou de todo o processo, foi comigo ao cartório e quando eu já me levantava para ir embora porque tinha perdido as esperanças depois que o escrevente falou o valor da taxa, ela me puxou de volta e insistiu que tirássemos todas as dúvidas com o escrevente.
Eu nem sei como agradecer a ela. Ainda não consegui pensar em algo que seja próximo do que esta atitude tão nobre. E muito saber que temos pessoas especiais junto de nós.
Estou muito feliz. Acho que o noivo tamém.
Ah! E além de tudo isso que já contei, a minha fada madrinha vai nos fotografar! É mole?!!
Em breve, cenas do casamento real de Luana e Uilson!
Há duas semanas fui ao cartório obter informações. Depois fiquei doente e como o cartório é próximo ao trabalho, de licença, nao consegui retornar ao cartório. Esses dias retomei o processo e ... assinaremos nossa escritura de união estável amanhã,dia 29 de abril de 2011.
Havíamos decidido casar no civil, mesmo que antes da cerimônia ecumênica. Então, já que seria diferente da data da festa, escolhemos o dia 23 de julho de 2011 que será um sábado. Faríamos a cerimônia no cartório, faríamos também um almoço com nossas famílias e só. Fiz até pesquisas e descobri que o Cartório do Catete realiza a cerimônia com a juíza de paz aos sábados, o que se encaixa perfeitamente ao dia em que queremos casar.
O objetivo de realizar a cerimônia no civil é usufruir dos benefícios que um cônjuge tem como dependente na empresa em que trabalho. Mas no fundo no fundo é o meu casamento! O meu casamento real!
Acontece que, por motivos especiais, seria muito importante tirar a escritura de união estável, mas anda não posso liberar o orçamento para esta despesa. Eis, que surge a minha fada madinha, como nos contos de fada, e me oferece um presente que mal sabe ela que não tem preço. Minha fadinha dos olhos verdes me presenteou com a taxa do cartório. Aliás, ela participou de todo o processo, foi comigo ao cartório e quando eu já me levantava para ir embora porque tinha perdido as esperanças depois que o escrevente falou o valor da taxa, ela me puxou de volta e insistiu que tirássemos todas as dúvidas com o escrevente.
Eu nem sei como agradecer a ela. Ainda não consegui pensar em algo que seja próximo do que esta atitude tão nobre. E muito saber que temos pessoas especiais junto de nós.
Estou muito feliz. Acho que o noivo tamém.
Ah! E além de tudo isso que já contei, a minha fada madrinha vai nos fotografar! É mole?!!
Em breve, cenas do casamento real de Luana e Uilson!
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